segunda-feira, 12 de março de 2012

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6 comentários:

  1. A Ontognoseologia
    Se existe o conhecimento é porque existe um sujeito que conhece alguma coisa, um objeto a ser conhecido. Esse conhecimento varia de acordo com cada sujeito influenciado pelo seu ambiente, sociedade ou por um momento histórico cultural.
    Esse conhecimento é superficial, existindo uma diferença real entre o que o sujeito pensa conhecer e a realidade do objeto, esse conhecimento pode se transformar em uma realidade universal através da lógica, porem não é uma verdade permanente em algum momento pode ser refutada.
    Todo sujeito é capaz de adquirir conhecimento e através deste conhecimento estudar o ser, usar argumentos para provar a existência real do objeto, a essência das coisas, geral e abstrato.
    É preciso que se mude as estruturas de conhecimento dessa realidade para entender o complexo a ser conhecido.
    ACADÊMICOS: Carla Cristina, Edelmira Pires, Gustavo Correa, Rosineia Macan, Camila Oliveira e Dahanny Ferreira

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  3. A FILOSOFIA: Texto Síntese

    Professora: Sirley Terezinha Golenba Costa
    Acadêmicos: Amanda Cecília Queje; Denise Oliveira; Emanuel Henrique Domingues Vaz; Francielly Sampaio Baitala de Oliveira Jorge; Nilva Aparecida Quirino kubaski; Paula Maria Ayres Carneiro Takano; Samantha Vargas Boschetto.

    Se tratando de caráter puramente especulativo a Filosofia se remete a busca da verdade abrangente dos fatos, conforme leciona Reale (2002). Sendo assim trabalha com a reflexão e análise das verdades fundamentadas pela cultura, numa concepção história que traduz a postura do ser humano frente a diferentes situações e faces do mesmo fato.
    Neste contexto a Ontognoseologia (ramo da filosofia que se preocupa com a validade do conhecimento em função do sujeito cognoscente* ), se estabelece dentro dos parâmetros da compreensão da verdade na produção do conhecimento objetivo.
    Verdades estas que se fundamentam na concepção de cada indivíduo em vista da lógica transcendental que apresenta direta interferência na tomada de decisões do indivíduo e nos direcionamentos por este elencados.
    Nesse sentido reside a condição crítica e como tal valorativa da filosofia, cujo pressuposto: rigor/coerência de pensamento consiste no fator primordial de legitimidade da filosofia.


    *Participa ativamente na apreensão de um dado conhecimento, através, fundamentalmente, da interação de seu processo, ou seja, daquele que conhece o objeto.

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  4. A GNOSEOLOHIA SÃO MECANISMOS GNOSEOLOGICOS OU DO SUJEITO DO CONHECIMENTO, NA QUAL É DIVIDIDO EM PROCESSOS COGNITIVOS MEDIATOS E IMEDIATOS;

    MEDIATOS – ENVOLVE UM TRATAMENTO DOS DADOS APÓS A INTUIÇÃO, OU SEJA , DEPOIS DO CONTATO DIRETO COM O OBJETO.

    IMEDIATOS –SERAO REFERENTES A INTUIÇÃO.

    TRES TIPOS PRINCIPAIS DENTRO DA INTUIÇÃO , EMOCIONAL, EIDÉTICA E VOLITIVA;

    EMOCIONAL – CARREGADA DE VALORES.

    EIDÉTICA – BUSCA DESCOBRIR A ESSÊNCIA DAS COISAS, NECESSITANDO DE UM CONTATO IMEDIATO DO SUJEITO COM OBJETO.

    VOLITIVA – DESCOBRE PRAZER DA VIDA ALEM DA EXISTÊNCIA

    A INTUIÇÃO FENOMENOLÓGICA QUE FOI MUITO CRITICADA, PERMITE O SUJEITO REFERIR- SE A SUA PROPRIA CONSCIÊNCIA.

    INTUIÇÃO, CONHECIMENTO PARTICUAR , QUE DEVE PASSAR POR UM PROCESSO DE RACONALIZAÇÃO.

    A ANALOGIA SÃO METODOS RACIONAIS, A INDUÇÃO E A DEDUÇÃO, NO QUAL OS DOIS PERMITEM À GENERALIZAÇÃO D CONHECIMENTO;

    DEDUTIVO – FORMALIZA- SE TEORIAS ATRAVES DE AXIOMAS E REGRAS DE INFERÊNCIA.

    INDUTIVO – FORMULA HIPOTESES A SEREM COMPROVADAS EMPIRICAMENTE.

    ONTOGNOLOGIA INTERPRETA O METODO COMO UM COMPONENTE DA RELAÇÃO DO SUJEITO E OBJETO , QUE DEVE APLICAR- SE AO OBJETO QUE SE FAZ CONHECIMENTO,PARA EVITAR A APLICAÇÃO DE METODO ÚNICO À VARIOS OBJETOS.





    ACADÊMICOS : HENRIQUE, RAFAEL, RAYLIN E YNGLEDY

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  5. Acadêmicos: Tatiane Miranda de Oliveira
    João Sullivan Silva da Luz
    Ribamar José Brandelero Vitorio
    Jackson Faria de Araujo
    Nivaldo Pereira
    Andrielly Cristin Carlos
    2º ano de direito- FAJAR
    ONTOLOGIA

    Ontologia é considerado o estudo dos objetos, que trata do sujeito de juízo lógico, estes são considerados componentes da realidade, que se subdividem em diversas Categorias de objetos conforme a ótica ontológica
    • Os objetos naturais tratam das realidades temporais, que podem ser classificados em físicos e psíquicos:
    • Físicos: coisas naturais que existem na realidade, ocupando espaço, que pode ser a própria natureza, o espaço em que se vive, e as pessoas com as quais se convive.
    • Psíquicos: dizem respeito à inteligência e o contato humano,ou seja, dependem da vontade humana, porém, para se manifestar necessitam da causalidade, por ser este visto como um objeto mental, é próprio do indivíduo.
    • Objeto Ideal: objeto existente indepentemente da sequência temporal e do sujeito que se põe a questioná-lo, entretanto, para que ele exista, deverá haver um sujeito que imponha a indagação. Ex: objeto matemáticos.
    • Valores: Não são considerados objetos, todavia, seguem os mesmos, impreterivelmente. Uma diferença básica entre os objetos e os valores, é que os primeiros aparecem como são, e os últimos como indicação do dever ser do objeto.

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  6. Teoria do Valor e Teoria da Cultura

    O homem é um ser que em a necessidade de viver em sociedade, mas desde o inicio de tudo, para que fosse possível convívio precisou de regras.
    Quando pequenos aprendemos com nossos pais muitos valores de ordem moral, crescemos e as sociedades nos impõem regras de convivência.
    Mas se focamos nas questões dos valores conseguimos entender com ocorre a relação do homem com o mundo que o cerca.
    O significado de valores está diretamente ligado as escolhas que temos que fazer.
    O homem valoriza as coisas à sua volta, por isso se encontra em constante evolução e transformação, e a valorização dessas coisas ocorre conforme o seu sentimento de agrado ou desagrado significa que o homem de acordo com sua cultura identifica valores que o ajudam a viver melhor, e o homem que permite ausentar-se do acontecimento e encará-lo como objeto de estudo tem a possibilidade de transformar e melhorar tudo a sua volta de acordo com suas necessidades, e o ponto inicial dessas mudanças é a inteligência e a reflexão em relação aos fatos.
    No inicio da civilização alem dos valores morais o homem necessitava de outros bens alem daqueles que conseguiam obter com seu próprio trabalho, então houve a necessidade de aprender a valorizar objetos, alimentos e a trocar uma coisa com outra.
    Com a evolução da sociedade, foi criada a moeda, cada qual possuía seu valor e era capaz de pagar pela aquisição do bem.
    Já o “Estado” protege os direitos dos indivíduos, e se alguém burlar a lei ou ferir algum princípio do direito fundamental do homem, o “Estado” sanciona de modo que continue havendo a organização social.

    Acadêmicos: Francine Nurmberg, Vanessa Petreski, Ruan Wesley Pinto, Cleonice A. Barreto, Sheron Mendes, Thais Helena Saldanha, Adriana de Pádua Machado, Paulo Pelegrino.

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